Poluição sonora: desafio para a saúde coletiva
Enviada em 30/09/2020
A Constituição de 1988 assegura aos cidadãos direitos a saúde e ao bem-estar. Entretanto, a poluição sonora torna-se um obstáculo para que os indivíduos possam aproveitar desses direitos. Com o crescimento das metrópoles, a vertente tornou-se mais preocupante, já que, proporcionam maiores ruídos, podendo afetar a saúde mental e física da população. Com o avanço da industrialização, logísticas e avanço tecnológico, a problemática persistiu mais.
Os ruídos e sons de grandes frequências tornaram-se mais presentes no meio sociocultural. Em grandes cidades é importante saber lidar com sons indesejáveis, tais como, ruídos, grandes festas, trânsitos e novas construções. Sons que podem ocasionar insônia e estresse. Como tais ações se repetem no cotidiano dos cidadãos, podem causar graves consequências como por exemplo a surdez. É válido ressaltar que além da saúde, a saúde mental da coletividade também é afetada. Ademais, devido a rápida propagação do som na água os seres aquáticos também são prejudicados já que os peixes utilizam a audição para locomoverem- se. De acordo com a OMS o nível permitido de barulho é 50decibéis, porém, foi constatado que os grandes centros urbanos, chegam a 100decibéis. Portanto, é dever do Governo que intensifique a fiscalização da Lei do Silêncio. As prefeituras devem investir em órgãos de fiscalização de ambientes ruidosos para punir, através de uma multa. Somente assim, contruir-se-á um Brasil mais saudável.