Poluição sonora: desafio para a saúde coletiva
Enviada em 27/12/2020
É indubitável que a poluição é oriunda da ação antrópica. Neste contexto, infere-se que existem múltiplas formas e impactos proporcionais a cada uma. Assim para o filósofo Jeremy Bentham, defesor da doutrina utilitariana, as melhores ações são aquelas que beneficiam o maior número de pessoas. Por conseguinte, no que tange a poluição sonora no Brasil é um desafio, a saber: para a saúde coletiva.
Em primeiro plano, é relevante salientar que o processo de urbanização formou conglomerados humanos e poluição sonora. Pois, é notório a discrepância do ruído entre a zona urbana e rural. Além disso, as propagandas midiáticas por meio de veículos dotados de auto-falantes impedem a tranquilidade para a saúde coletiva do Brasil. Haja vista, o cenário caótico de ruídos aglutina-se com outros e a insalubridade acústica vinga.
Ademais com efeito, a Constituição Federal de 1988 à qual garante para todos o direito à saúde é violada. Porque, o indivíduo afetado não irá relaxar corretamente, e desse modo a carga de estresse diário é aumentada. Posteriormente, ocasionarão doenças relativas a este fator agravante. Neste interím crescer, sobretudo, economicamente e manter a saúde coletiva satisfatória requer a diminuição de sons adversos. No entanto, o ritmo da urbanização deve ser impulsionado.
Desse modo, portanto, ações precisam ser realizadas para a mudança desta situação. Primeiramente, cabe a sociedade local mobilizar os moradores a aderirem isolantes acústicos nas paredes e reduzir a quantidade de ruídos tanto do interior quanto do exterior dos estabelecimentos, bem como diminuir a quantidade de carros sonorizados por mídias. Segundamente, o Ministério da Economia deve permitir a redução dos impostos sobre as áreas com redução significativa de poluição sonora. Pois, desta maneira, a sociedade comprometida será beneficiada por suas ações. Logo, ter-se-á uma reação de “efeito dominó” cuja consequência é a despoluição sonora e boa saúde coletiva.