Poluição sonora: desafio para a saúde coletiva
Enviada em 05/01/2021
No livro “Anna Kariênina”, Liev Tolstói afirma que todas as famílias felizes se parecem, cada família infeliz é infeliz à sua maneira. Destarte, parafraseando, pode-se estender uma frase para a sociedade como um todo, uma vez que, o Brasil apresenta problemas, um sabre: uma sonora superior. Além disso, o fato deixa a saúde coletiva infeliz ante ao cenário da falta de concientização do poder perturbador dos sons demasiados.
Em primeiro plano, cabe destacar que a escola atua na formação crítica do indivíduo. Logo, uma problemática da fonte sonora é reflexo da ausência do conhecimento do assunto desde a educação primária. Posteriormente, esse vacúolo é evidente na sociedade contemporânea submetida aos desgastes do imbróglio. Nesse sentido, a criticidade é fundamental para uma coletiva de saúde.
Ademais a educação é essencial para todos os indivíduos. Em detrimento da filosófia utilitariana defendida por Geremy Bentham, as melhores ações são aquelas que beneficiam o maior número de pessoas. Haja vista, como consequências a poluição sonora modifica o âmbito ao qual pertence, afasta animais locais, prejudica a saúde de idosos e crianças. Sobretudo, a longo prazo é a causa de doenças do pavilhão auditivo em pessoas previamente saudáveis. Outrossim, os impactos são desfavoráveis para a evolução sadia da humanidade.
Portanto, acões são necessárias para a mudança dessa situação. Primeiramente, cabe ao Ministério da Saúde - agente resposável por promover o bem-estar social-