Poluição sonora: desafio para a saúde coletiva
Enviada em 28/04/2021
Na Constituição Brasileira, está decretado que é proibido sons capazes de pertubar o sossego público. Contudo, nos grandes centros urbanos é inevitável o descumprimento de tal ato o que gera um desafio para a saúde coletiva, devido aos problemas que isso traz e a negligência neste meio por parte dos responsáveis.
Em primeira análise, percebe-se que a urbanização trouxe consigo os ruídos exagerados. Dessa forma, a aglomeração de pessoas e a movimentação das cidades geram barulhos que são acima do considerado saudável e é negligenciado pelos responsáveis, por exemplo construções e automóveis irregulares, prova disso é que a CONAMA(Conselho Nacional de Meio Ambiente), órgão resposável pela poluição sonora, não efetua fiscalizações. Por isso, fica claro que há uma dificuldade para a resolução desta problemática.
Além disso, essa situação acarreta problemas de saúde. Dessa maneira, essas impurezas trazem degradações fisiológicas e psicológicas, porque geram altos níveis de estresse e problemas auditivos, com exemplos como depressão e surdez num longo prazo, o que é comprovado pela OMS(Organização Mundial da Saúde) que afirma que 10% da população global sofre com derivados da pressão sonora. Portanto, fica evidente que há reflexos na vida das pessoas a situação presente.
Em síntese disso, uma tomada de ações torna-se necessária. Logo, o Ministério da saúde, juntamento do Conama, deve promover formas de fiscalizar as cidades de modo a conseguir recolher os responsáveis por barulhos acima do correto, por meio de averiguações que multem ou impessam a continuação do ato que é degradante. Outrossim, campanhas que expliquem como isso afeta a sociedade iria fazer um trabalho de conscientização, sendo feita na internet e tv, em que se mostrassem consequências da continuação deste estado e que, inclusive, seja espalhada por todo o mundo, já que é um problema global. Para que num futuro próximo seja possível por fim neste impasse.