Poluição sonora: desafio para a saúde coletiva
Enviada em 22/08/2021
A poluição sonora cresceu com abundância no mundo, principalmente nas cidades grandes e capitais. Viver na sociedade em pleno Século XXI é ser bombardeado pelo barulho. E além disso, ela é potencializada por comportamentos inapropriados que as pessoas adotam no dia a dia. Não é nem um pouco errado exigir por um ambiente quieto e sim por questão de saúde. Qualquer barulho de fundo seria uma poluição sonora ou apenas aqueles que nos atrapalham?
Em primeiro lugar, a poluição sonora é todo ruído que pode causar danos à saúde humana ou animal. Existem diversas situações que causam desconforto acústico, como uma pessoa falando alto ao celular e um indivíduo ouvindo música sem fones. Mas, se não tiver potencial para causar dano, não é considerado uma poluição sonora. Embora ela não seja acumulada, assim como problemas de meio ambiente, por exemplo lixo nos rios, ela ainda é considerada um dos principais problemas ambientais das grandes cidades e uma questão de saúde pública.
Em segundo lugar, a poluição sonora é calculada com um gráfico que indica o provocação de sons, chamados eles de decibéis. Diante a isso, as pessoas começam a perder a audição quando são expostas a períodos prolongados e repetidos de sons a partir de 85 decibéis (o equivalente ao ruído do liquidificador). A morte das células auditivas do corpo humano é lenta e irreversível. O barulho, mesmo não sendo escandaloso, é interpretado pelo organismo como prenúncio de perigo.
Logo, a poluição sonora é um problema que pode afetar os direitos difusos, pertencentes a todos, inclusive à próxima geração. Tal que, envolve três esferas relacionadas à área do meio ambiente: qualidade de vida planejamento urbano patrimônio cultural A poluição sonora é determinada pela Lei de Crimes Ambientais, que combate a poluição de qualquer natureza. De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), alguns dos possíveis danos causados pela exposição a ruídos são a perda de audição e de concentração, o aumento da pressão arterial, a interferência no sono, os problemas gástricos, obesidade, o estresse e a aceleração cardiovascular.
Diante a isso, sabemos que negociar com um ambiente tranquilo e quieto é algo que nos deixa a desejar, afinal, existem trabalhadores durante o período do dia, como construções e também existem os que trabalham a noite desejando poder descansar durante o dia.
Concluimos que, apesar de parecer um problema prolongado, cada um deve fazer sua parte respeitando o próximo, claramente nem sempre estaremos em um ambiente quieto, porém evitar usar o som para que atrapalhe os próximos, como ouvir música muito alta. Devemos nos preocupar e respeitar o cantinho de cada um.