Possíveis impactos da reforma brasileira do Ensino Médio

Enviada em 27/08/2021

Em meio às novas questões da modernidade, o debate acerca dos possíveis impactos da reforma brasileira do Ensino Médio vem ganhando força. A drástica alteração na carga horária e também a modificação na grade curricular são possíveis embates que os alunos podem sofrer. Dessa forma, ações colaborativas devem ser tomadas com o intuito de amenizar esse impacto.

Em primeiro plano, é lícito postular a drástica alteração na carga horária como um fator impactante no novo modelo de educação. Com a mudança no sistema de ensino médio aprovada em 2017 pelos setores governamentais, ocorrera uma mudança de carga horária extrema, de 800 horas para 1400 horas. Este fato pode ser prejudicial aos alunos, pelo conta de não estarem adeptos ao alto volume de horas na escola, e para sanar o empecilho será necessário um longo processo de adaptação. Frente a esse panorama, é necessário um sistema mais lento para melhor adaptação.

Em segundo plano, destaca-se a modificação na grade curricular. Com a reforma do Ensino Médio, disciplinas como Sociologia, Filosofia, Artes e Educação Física não mais integrariam a grade exigida do currículo escolar. Por conseguinte disso, os alunos não iriam levar totalmente a sério essas diciplinas muito importantes para a formação profissional e também para a formação de caráter. Nota-se, então, a necessidade de uma mudança de mentalidade em relação à situação.

Diante do exposto, faz-se a necessidade de enfrentar os desafios referentes a reforma brasileira do ensino médio. O Ministério da Educação, setor governamental responsável pela educação, deve por meio de um processo de alteração lento, aumentar a carga horária dos alunos, a fim de que se adaptem com mais facilidade. Outrossim, o Mistério da Educação deve modificar a grade curricular, incluindo disciplinas como a Sociologia, a fim de formar cidadãos mais éticos e respeitosos.