Possíveis impactos da reforma brasileira do Ensino Médio
Enviada em 21/08/2022
“O ser humano é aquilo que a educação faz dele”, essa é uma frase de um filósofo e pensador antigo, Immanuel Kant. Assim como a educação tranforma as pessoas as pessoas devem reformular a educação, para que assim ela se torne uma forte arma para as pessoas. Com isso deve-se analisar os possíveis impactos da reforma brasileira do Ensino Médio como a visualização única da escola como preparação do jovem para a sociedade trabalhista e a maior taxa de evasão escolar.
Em primeiro lugar, a sociedade requesita trabalhadores de alta potência e alta produtividade assim como na serie “The 100”, apenas os profissionais mais úteis e capacitados poderiam ser salvos. Dessa forma fica evidente a necessidade melhor e preparar o sistema educional, fazendo com que aqueles que passem através deles se sintam preparados para realizar com total empenho seus trabalhos, os tornando assim excelentes profissionais no mercado de trabalho.
Similarmente, com o contexto da mudança do novo ensino médio, cada vez mais jovens e crianças param de frenquentar a escola, pois além da carga escolar pesada ainda tem a responsabilidade de ajudar os pais em casa tendo até mesmo que trabalhar antes de finalizar os estudos. Segunda a música “Não desista do seu futuro”, do cantor brasileiro Carlinhos Brown, em que há uma influência para os estudantes não abandonarem os centros de ensino, fazendo assim uma forte relação entre ser bem sucedido e os estudos.
É urgente, portanto, que medidas sejam tomadas para reajustar os possíveis impactos da reforma do Ensino Médio e fazer com que assim como Immanuel Kant todos os jovens possam saber que eles serão o que a educação fizer deles. Nesse sentido, as escolas responsáveis pela transformação do ensino devem descontruir a visualização única da escola como preparação do jovem para a sociedade trabalhista, como instauração de clubes de esportes e incentivos artísticos capazes de diminuir a evasão escolar. Essa iniciativa teria a finalidade de garantir que o Brasil seja uma nação mais intruida e de fato livre do ‘défict’ estudantil existente.