Preconceito Linguístico

Enviada em 01/11/2018

Historicamente, até o período do Iluminismo, o conceito de preconceito era abrangente podendo ser causada pela autoridade humana ou originada devido ao excesso de pressa. Nos dias atuais, o prejulgamento linguístico é algo meramente ligado a falta de reflexão. Além de ser importante salientar, que cada região possui sua particularidade e devem ser consideradas um valor cultural e não um problema.

Sotaques, como o baiano, paulista e mineiro são uma grande demostração da diversificação, assim enfatiza que não se tem uma norma única, mas sim uma “pluralidade de normas”. Porém tal pensamento é descartado, quando se cogita que apenas a língua portuguesa ensinada nas escola, explicada pelas gramaticas é a única correta.

É indubitável que o preconceito gere um desprestigio, já que está diretamente ligada a desigualdade social e à estrutura de valores no país. “É mais pratico desintegrar um átomo do que um preconceito” (Albert Einstein), pensamento não muito distante da mera realidade, em que pelo fato de ser diferente pode-se afetar a sociabilidade e até mesmo o psicológico de outrem.

Dado o exposto, é evidente que à escola deve assumir o papel de protagonista, pois é na mesmo onde às relações do cotidiano são construídas.  É importante impor o valor da norma culta, mas seguida de suas variantes, realizando atividades de recanto e apresentações orais de narrativas literárias diversificadas.  Além da mídia, podendo influenciar com canais direcionadas à educação, exemplificando as historicidades, estílicas, geográficas  e sociais . Portanto, é claro que ainda à um longo caminho a percorrer em consumação dos preconceitos linguísticos, mas estar ciente de ações e reflexões com cautelas, assim para um bem de todos.