Preconceito Linguístico

Enviada em 02/11/2018

Na novela I Love Paraisópolis do ano de 2015 da rede Globo é perceptível traços de preconceito linguístico no Brasil, principalmente pela diferenciação de fala entre os moradores da comunidade Paraisópolis e os residentes de bairros nobres da grande São Paulo, os quais evidenciam que o problema está enraizado na sociedade com má distribuição de renda e baixo nível de educação.

Inicialmente, com a errônea distribuição de renda no país poucos possuem a oportunidade de acessarem especificidades da própria língua que falam e esta minoria, muitas vezes, conforma-se de que o linguajar é apenas um meio de comunicação oral, portanto não consideram algo que precisa-se ser aprendido gramaticalmente.

Em seguida, há o problema educacional na federação, o qual não procede dos menos afortunados, mas na maior parte deriva da sociedade que possui mais renda e menos empatia, a qual não compreende a grandeza e a diversificação do Brasil. Como também encontra-se variados modos de expressão nessa pluralidade que precisam ser conhecidos e entendidos.

Assim sendo, com o Ministério da Educação em união ao Ministério do Desenvolvimento Social, por intermédio de profissionais especializados em linguagens e ainda verbas destinadas à sociedade recebidas por cada um destes agentes, é indispensável a propagação de ensinamentos do abandono ao preconceito linguístico como também deve haver uma tentativa de melhora econômica, através de políticas sociais eficientes para acesso de todos à uma educação básica mais adequada.

Com o intuito de evitar a continuidade de desagrados sociais, constrangimentos e até mesmo segregações entre a população. Para que então possa existir aceitação dos cidadãos à abundância linguística que o idioma português tem, essencialmente ao se lembrar que esta língua é uma variação de outra que origina-se também de outra.