Preconceito Linguístico
Enviada em 03/11/2018
Desde o Período Colonial, que ocorreu no ano de 1500, com a chegada dos europeus no continente americano, reconhece-se o termo preconceito linguístico. Dessa forma, na atualidade observa-se semelhanças preconceituosas, pois como o país é grande e heterogêneo, muitas são as diferentes formas de falar do brasileiro nato. Logo, muitos cidadãos sofrem ofensas, xingamentos, calúnias gerando consequências como a violência, depressão e morte, por exemplo, o que necessita com urgência do emprego na segurança por parte do governo.
Diante disso, muitos fatos são constantemente informados pelas mídias sociais, como a televisão e o rádio, que a região com o qual sofre mais a não aceitação pelo modo de falar como: gírias e vícios de linguagens, é a região nordeste, pois estes possuem suas características regionais consolidadas desde a antiguidade. Com isso, é nítido que tais ações são preconceituosas e sem fundamentos, com o intuito de denegrir e desrespeitar a imagem do próximo, assim, tornando o homem o lobo do próprio homem, como afirmava o filósofo Tomas Hobbes.
Muitos casos de preconceito linguístico resultam-se em violência, doença psicológica e até a morte, pois algumas vítimas resistem às ofensas e tentam impor seus direitos comprometendo suas vidas. Sendo assim, como dizia o pensador John Locke, a liberdade, a igualdade e o direito a propriedade é um direito de todos sem diferenças, o que não acontece na realidade dessas pessoas.
Portanto, medidas são necessárias para resolver tal impasse. Destarte, o Ministério da Educação deve ampliar o conteúdo de língua portuguesa na grade curricular das escolas, por meio de aulas participativas entre todos os alunos sem a prevalência de distinções, com a finalidade de reconhecimento e aprimoramento das variedade linguísticas vigentes no Brasil. Além disso, é importante a participação de mídias sociais e ONG’s para a conscientização da população por meio de divulgações educativas, como anúncios e propagandas nas redes sociais, como sinônimo de respeito às minorias vigentes no país para a garantia da liberdade, da igualdade e da fraternidade.