Preconceito Linguístico

Enviada em 14/03/2019

Na Antiguidade Oriental, durante o período da expansão territorial, os Persas criaram o alfabeto fonético - como um dialeto para se comunicar com os povos conquistados, com o intuito de que houvesse entendimento e uma boa relação social entre eles. No Brasil, os dialetos de cada região são vistos com preconceito, causando a exclusão social e deteriorização do desempenho escolar.

Primeiramente, a região brasileira mais afetada com o preconceito linguístico é o nordeste; na obra ‘‘vidas secas’’ de Graciliano Ramos, o personagem Fabiano sofre o preconceito citado, primordialmente por seu dialeto, modo de vida (vaqueiro) e sua região seca onde reside. Assim, a obra reflete a exclusão social atualmente no Brasil.

Faz-se mister, salientar a deteriorização do desempenho escolar, visto que o sentimento de inferioridade causados principalmente por alunos, causam grandes impactos psicológicos e sociais em estudantes com dialetos distintos. Logo, fora do âmbito escolar, é evidente a presença de preconceitos em meio à diálogos entre brasileiros em espaços públicos, evidenciados por olhares e ações desconformes.

Destarte, medidas são necessárias para corrigir o impasse. Dessa forma, o Ministério da Educação deve organizar palestras ministradas por professores de Língua Portuguesa, para que alunos e a sociedade tenham acesso à conscientização e conhecimento sobre o preconceito linguístico hodiernamente. Outrossim, cessando a exclusão social. Portanto, de acordo com o escritor francês, a vida deve ser uma constante educação. Sendo assim, seguindo esse processo, será possível alcançar a inclusão social parecida com a constituída na Antiguidade Oriental.