Preconceito Linguístico
Enviada em 03/09/2019
Jhon stuart Mill, filósofo utilitarista, com seu conceito “Princípio da maior felicidade”, argumentava que a ação moralmente certa é aquela na qual maximiza a felicidade para um maior número. Paralelamente, apesar do preconceito linguístico ser uma conduta errônea, a sociedade atual desconhece seus malefícios e, muitas vezes, preza em praticá-lo. Nesse aspecto, deve-se avaliar as causas dessa discriminação e, também, as consequências formadas pelo preconceito.
A princípio, o Brasil é um país muito pluralizado, com diferentes raças, religiões, culturas e diversificação linguística. Nesse viés, consoante ao filósofo Voltaire, o preconceito é a razão dos imbecis. Analogamente, apesar do país ser culturalmente variado, a discriminação entre os brasileiros cresce a cada dia, justamente, por um acreditar que a sua linguagem formal seja mais apta do que o sotaque e pronuncia outro. Assim, continuará fora do conceito de Jhon Stuart e manterá o preconceito.
Em segundo plano, as consequências geradas da segregação linguística reflete na vida individual e coletiva da sociedade. Ainda sob esse ângulo, o filme “Primeiro da classe”, retrata a vida de Brad Cohen, na qual sofre síndrome de Tourette, doença que prejudica a dicção vocal, e ainda teme a discriminação dos colegas de profissão e de toda população. Igualmente, o preconceito linguístico incide sobre a sociedade barreiras nas relações sociais, na qual projeta um medo de interação e exclui o bem-estar social.
É evidente, portanto, a atuação do Ministério da Educação, por meio de verbas governamentais, crie campanhas midiáticas, nos meios de comunicações sociais, por exemplo, redes sociais, televisivas e radiofônicas. Sendo assim, com o objetivo de educar a sociedade sobre os malefícios do preconceito linguístico e instigá-los a não praticarem essa discriminação, para forma a igualdade e equilíbrio social. Posto isso, será possível combater e reduzir todas as formas de segregação linguística e, ademais, construir a felicidade para todos, da mesma forma que o “Princípio da maior felicidade” de Jhon Stuart Mill.