Preconceito Linguístico

Enviada em 29/08/2019

Desde o período pré-modernismo, entende-se que uma sociedade só prossegui quando um se mobiliza com o problema do outro. No entanto, quando se observa o preconceito linguístico, no Brasil, presentemente, nota-se que esse ideal modernista é interiormente ligada à realidade do país, seja a escola, seja a lenta mudança de mentalidade social.                     É convincente que a questão conatural e a sua aplicação estejam entre as causas do problema. Segundo Martin Luther King, toda hora é a hora de se fazer o que é certo. De maneira similar, é possível perceber que, no Brasil, a escola rompe esse entendimento, tendo em vista que existe uma visão elitizada sobre o domínio do português. Dessa maneira, aqueles que tiveram acesso a educação enxergaram como superioridade a língua portuguesa, por conseguinte, reprime aqueles que têm baixo nível de escolaridade, evidenciando a discriminação.

Outrossim, destaca-se a lenta mudança de mentalidade social como mobilizador desse problema. Segundo Martin Luther King, nada é mais perigoso do que a ignorância humana. Seguindo essa linha de pensamento, observa-se que a mídia ridiculariza com personagens em programas de televisão. A partir dessa perspectiva percebe-se que os meios de comunicação, devido ao seu alto poder persuasivo, influencia negativamente a população, naturalizando como forma de entretenimento.

É evidente, portanto, que ainda há dificuldade para garantir uma construção de um mundo melhor. Logo o corpo docente deve valorizar o ensino das variações linguísticas, por meio de textos literários e quadrinhos, a fim de conscientizar o estudante sobre a flexibilização da linguagem, de modo a respeitá-la. A mídia, com seu grande alcance ao público, pode produzir programas que desconstroem personagens caricatos, no intuito de humanizar a pluralidade linguística para que não viva a realidade das sombras, como o mito da caverna.