Preconceito Linguístico
Enviada em 13/10/2019
Promulgada pela ONU EM 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à Educação e ao bem-estar social.Conquanto, ainda convivemos com o preconceito nas diferentes formas de se comunicar, impossibilitando que essa parcela da população desfrute desse direito na prática. Nesse contexto, esses desafios devem ser superados de imediato para que uma sociedade integrada seja alcançada.
A educação é o fator principal no desenvolvimento de um País.Hodiernamente,ocupando a nona posição na economia mundial, seria racional acreditar que oBrasil possui um sistema público eficiente.Contudo,a realidade é justamente oposto e o resultado desse contraste é refletido no preconceito linguístico ,em que parte de um grupo de pessoas que detém conhecimento da língua culta se sentem no direito de discriminar o outro por motivos da fala.
Faz-se mister, ainda, salientar a dimensão social como impulsionador do problema. De acordo com Durkhein, o fator social é uma maneira coletiva de agir e de pensar dotado de exterioridade, generalidade e coercitividade. Seguindo essa linha de pensamento, observa-se que a expressão verbal indica origens socioeconômicas de quem se expressa, fazendo com que a língua esteja ligada a condição social, tornando-se um fator decisivo para exclusão do individuo ao meio que vive.
Infere-se, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas que visem a construção de um mundo melhor. Dessa maneira, urge que o MEC em consonância com as escolas deve instruir os alunos por meio de palestras educacionais, que tem como objetivo orientar a todos o respeito para as diferentes formas de variações linguísticas presente no nosso País. Dessa forma o Brasil poderá superar a intolerância linguística presente nos dias atuais.