Preconceito Linguístico
Enviada em 08/06/2020
Publicado oficialmente pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos, garante a toda sociedade o direito à igualdade e bem- estar social. Dessa maneira, os impactos do preconceito linguístico são progressivos, pois, ainda propaga a exclusão de um grupo na sociedade e a discriminação crescente.
Primeiramente, o afastamento desses indivíduos perante a população ocorre pela não aceitação de pessoas que tiveram mais acesso aos recursos de aprender a gramática, além de que, essas pessoas com preconceito se acham superiores ao grupo que não falam do jeito delas, sendo, por assim, algo preocupante. Desse modo, na História do Brasil, os jesuítas criaram escolas para catequizar os índios e oferecer um sistema educacional europeu pregando os ensinamentos da igreja católica e os obrigando a não falar a língua Tupi e se falasse a deles, ocorriam castigos físicos e psicológicos. Portanto, é evidente que a problemática precisa ser resolvida para que não tenha mais exclusões.
Em segunda instância, a discriminação no Brasil é algo constante com grupos menos favorecidos como negros, pobres, LGBT’s (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros) e normalmente, esses indivíduos tem os seus próprios costumes e línguas que usam entre si, e quando, tentam interagir com a sociedade fora desse círculo, são distinguidos causando dificuldades para eles. Sendo assim, no ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) de 2018, houve uma questão que mostrava as gírias dos travestis e gays dizendo como funcionava o dialeto deles, e aconteceram muitas repercussões nas redes sociais e jornais, com muitas reprovações da questão, pelo fato de serem gays e ser uma linguagem diferente. Nesse sentindo, é fato a metodização para que esses empecilhos não ocorram mais.
Em suma, para que a exclusão e a discriminação não sejam mais presentes no Brasil, o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, que formula políticas públicas para a administração desse âmbito, deve elaborar propagandas que tratam desse assunto e divulgar palestras educativas por meio de televisões ou rádios e a aulas serem ministradas em escolas públicas e faculdades, dando ênfase, que não é certo se sentir superior a eles e que são pessoas diferentes com seu modo de falar e viver. Por conseguinte, não serão mais prejudicados, oferecendo, maior voz a esses grupos que estão com dificuldades.