Preconceito Linguístico

Enviada em 16/09/2020

No filme “Minha bela dama”, a florista Eliza Doolittle é vitima do preconceito linguístico. Atualmente, no Brasil, essa ficção apresentada não está muito diferente. Compreende-se que, este padrão foi imposto por uma elite econômica intelectual que menospreza outro modelo de linguagem, a não ser o seu, chamado " padrão culto da língua “. Introduzindo por ele alguns aspectos errôneos, como o preconceito cultural e o racismo.

Cabe salientar que, o preconceito cultural é uma forte repulsão da civilização nobre, a qual condenam vários tipos de cultura das regiões menos favoráveis. Enfatizando o pouco conhecimento da língua portuguesa em seu todo por lugares com mais dificuldades financeiras, frisando sempre aos cidadãos de localidades mais afetadas pela desigualdade, atacando a eles por sua maneira singela de falar.

Além disso, o racismo é um dos galhos podres desta descriminação. Com isso se reflete ao significado de palavras de origem africanas, como a “MACUMBA”, ligada ao satanismo, porém, é um instrumento de percussão usado em cerimonias religiosas africanas, vendo isto, mostra que a falta de conhecimento da elite bem sucedida, traz um pensamento errado de que a introdução da cultura de outros países, venham a ser vistas como um erro dentro da sociedade, por sua conta de sua raça.

Em vista dos argumentos mencionados, o fim do preconceito linguístico é ligado pela participação das instituições educacionais como o Ministério da Educação (MEC), Conselho Nacional da Educação (CNE), das famílias, e por emissoras de Tv, rádio e redes sociais, como exemplos de mídia, na divulgação da adequação linguística. Mostrando que não há jeito certo ou errado de falar, mas, sim o reconhecimento de que a língua é muito complexa para dizer que a informalidade da língua é errada, aniquilando este maléfico monstro criado pela sociedade.