Preconceito Linguístico

Enviada em 16/09/2020

Cebolinha é um conhecido personagem da literatura infantil, fruto da brilhante imaginação de Maurício de Souza, conhecido por trocar a letra “r” pela letra “l” nos quadrinhos. Fora da ficção, o preconceito linguístico vai muito além de uma simples pronúncia de palavras como os regionalismos, uma espécie de dicção regional, nos falantes de língua portuguesa ou uma má compreensão de seus entendimentos sobre a língua falada e a língua escrita.

Primeiramente, deve-se entender que os regionalismos são formas de pronunciar uma mesma palavra de maneira diferente. Dessa forma, não é considerado errado e é bem diversificado no território nacional. Tornado seu uso um patrimônio linguístico e cultural no nosso país.

Também, segundo o neurocientista André L. Souza, o comportamento neurolinguístico do cérebro aprende a associar novas palavras a partir de 18 meses de idade e ao longo do seu crescimento a criança passa a entender que aquela palavra tem aquela pronuncia e ao aprender como se escreve as palavras é comum confundir a gramática normativa com a linguagem falada.

Desta forma, para diminuir os casos de preconceito linguístico no Brasil, o Ministério da Educação e Cultura, adicione no Parâmetro Curricular Nacional a importância da diversidade linguística e cultural dos regionalismos, através da implementação campanhas de conscientização aos alunos sobre este patrimônio linguístico nas escolas.