Preconceito Linguístico

Enviada em 13/09/2020

No Brasil contempoâneo, o preconceito linguístico ainda é analisado como uma prática normalizada no cotidiano. Isso se deve-a falta de credibilidade das variações linguísticas regionais e-a sensação de superioridade pela metade da população. Assim sendo, é necessário a reversibilidade do cenário em questão.

Em primeira análise, é comum que a mídia nos seus veículos de comunicação vem esteriotipando os cidadãos por meio de seu vocabulário e até os segregando por causa do linguajar, isso ocorre por causa da falta de conhecimento das variações regionais da língua, pois a mesma não dá a devida atenção cultural que merecia e faz com que haja um estranhamento pela população, sendo consequência da Colonização Europeia no século XIV quando os europeus repudiavam a língua dos indigenas nativos e afrmavam que a sua era a correta.

Outrossim, a educação no Brasil ainda é considerada desigualitária, pois muitas pessoas ainda sofrem devido a baixa renda e na maioria das vezes abandonam a escola, fazendo com que não tenham a oportunidade de estudar e os segreguem. Tal separação ocorre principalmente pelo preconceito de pessoas que já concluíram seus estudos e inferiorizam quem não teve a mesma situação, principalmente por causa da fala e nesse contexto, não há nenhuma lei que os penalizem.

Portanto, torna-se imprescindível a tomada de atitudes que mitiguem os efeitos do preconceito linguístico. Para que isso aconteça, é papel da mídia fazer campanhas através de programas de televisão, rádio e redes socias com o intuito de informar, normalizar, educar e popularizar as variações regionais da língua. Além disso, cabe ao Governo junto com o Ministério da Justiça criarem uma nova  lei que penalize  o preconceito linguístico com multas, processos e prisões, fazendo com que o cidadão se sensibilize. Somente com medidas assim o preconceito linguístico se extinguirá na nação brasileira.