Preconceito Linguístico
Enviada em 14/09/2020
Históricamente, o Brasil foi colonizado pelos portugueses. A herança desse processo foi a língua que falamos, o português. No entanto, outros países também brigaram pela colonização do Brasil, ou seja, poderiamos ter várias línguas oficiais. Em um país de dimensão continental, sofremos por falar diferentes modos de uma mesma línga. Nesse âmbito, o preconceito linguístico persiste por motivos culturais enraizados na sociedade brasileira.
Em primeira análise, cabe destacar o encontro dos africanos, índios e portugueses foram responsáveis por fundir suas cultura, originando assim o portugûes que falamos atualmente. Nesse contexto, as classes dominantes acham que só existe uma única forma de falar a nossa língua, como relata o gramático Bagno. Enganam-se, somos um país multicultural e precisamos respeitar as diversas forma de falar. Quando um paulistano julga o modo de falar do nordestino, ou vice-versa, estamos presenciando um caso de xenofóbia.
Outrossim, é válido salientar a importância da comunicaçãode uma nação. Nesse sentdo, a música brasileira tem origem em diversos estados, o funk no Rio de Janeiro, o sertanejo universitário em Góias, porém ouvidos em diferentes estados. Para Bechara, imortal da Academia Brasileira de Letras, precisamos ser poliglotas da nossa própria lingua. Por esse ângulo, em 2019, a folha de São Paulo mostrou que o funk foi o ritmo mais ouvido em todo Brasil.
Pode-se perceber, portanto, a importância da transformação coletiva para solucionar essa problemática. A escola precisa divulgar a origem da nossa língua. Criar cartilhas com os diferentes dialetos que são ultilizados no dia-a-dia. Desenvolvendo o senso crítico, somos capazes de reconhecer nossas diversidades e aceitá-las. Como reflexo disso, todas as cuturas serão equiparadas, não apenas a dos nossos colonizadores oficiais.