Preconceito Linguístico
Enviada em 15/09/2020
Em 1988 foi promulgada, no Brasil, a Constituição Federal, que garante o bem estar de todos sem preconceitos de origem, raça e quaisquer outras formas de discriminação. No entanto, quando se observa a continuação do preconceito linguístico no Brasil em pleno século XXI, percebe-se que essa ideia é válida na teoria, mas não na prática, pauta essa ainda a ser discutida no Brasil, devido a desigualdade social e à falta de atenção do Estado à questão.
Deve-se pontuar, de início, que esse preconceito se da ao fato de regiões do nosso país como, Sul e Sudeste, terem um melhor acesso a educação que outras regiões como, Norte e Nordeste, uma vez que no Brasil 11 milhões de pessoas são analfabetas e o maior índice de analfabetismo pertence as regiões Norte e Nordeste, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Nesse sentido, de acordo com o Linguista Marcos Bagno, as regiões mais ricas ridicularizam as outras variedades linguísticas de regiões mais pobres por serem diferente a deles, aspecto que vai contra os Direitos garantidos pela Constituição Federal.
Além disso, vale ressaltar que a inobservância estatal é caracterizada como uma das dificuldades enfrentadas para garantir que haja acesso as escolas de forma equivalente em todas regiões, tendo em vista que, o governo não promove politicas publicas que visam recuperar as instituições com nível mais crítico no Brasil, uma vez que a falta de livros didáticos e infraestrutura ainda são grandes problemas para avanço da aprendizagem no país, segundo a Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional. De fato, tal atitude colabora para o analfabetismo no Brasil, comprovando a vericidade dos dados divulgados pelo IBGE.
Portanto, é mister que o governo tome medidas necessárias para amenizar o quadro. Dessa forma, urge que o Ministério Publico Federal