Preconceito Linguístico
Enviada em 20/09/2020
Durante a fase literária do pré-modernismo, autores usavam dialéticos dos outros estados para com seus poemas. Fora da alusão, o preconceito linguístico demonstra-se como uma questão de discriminação constante, o que desestrutura a base da sociedade brasileira. Diante dessa perspectiva, percebe-se a consolidação de um grave problema, em virtude do Legado histórico e má influência midiática.
É indubitável, nesse contexto, que a questão da a falta de conhecimento esteja entre as causas do problema. No ciclo inicial da Semana de Arte Moderna, mostrou-se à linguagem popular adentrar o mundo artístico. Ao valorizar a linguagem coloquial, livre de regras gramaticais. Uma vez que a sociedade cresce inserida em um contexto social intolerante, a tendência é adotar esse comportamento do mesmo modo, tornando mais complexa.
Conseguinte, dessa hibridização, as classes mais escolarizadas beneficia-se do conhecimento da norma culta gramatical como instrumento de distinção para com à população menos culta, segundo o linguista Marcos Bagno. Portanto, para sua diminuição, é preciso romper com esse pré-conceito histórico, enraizado na mentalidade social.
Portanto, torna-se imperativo, que o Estado tome providências para combater o quadro persistente. Para a conscientização da população brasileira a respeito do problema, urge que o Ministério da Educação e da Cultura (MEC), crie um modelo de conscientização durante o processo educacional, aderindo também à palestras. Outrossim, a mídia deve sessar com o estereótipo para com os personagens de acordo com sua maneira de falar, assim podendo aprimorar campanhas que respeitem essa pluralidade no país. Assim, formando uma sociedade poliglota em sua própria língua.