Preconceito Linguístico
Enviada em 16/09/2020
No período do Brasil Colonial, a escravidão foi permanente com fins lucrativos, na qual os indivíduos escravizados eram vítima de racismo. Diante disso, no contraste atual ainda é permanente os diversos tipos de preconceitos, entre eles, destaca-se o linguístico. Nesse contexto, percebe-se a configuração de um grave problema de contornos específicos, que emerge devido à má influência midiática e a insuficiência governamental, que não garante tais direitos.
Primeiramente, o silenciamento da mídia caracteriza-se como um complexo dificultador para a valorização das diversas formas de comunicação. Sob essa ótica, conforme Pierre Bourdieu, o que foi criado para ser instrumento de democracia não pode ser convertido em mecanismo de opressão. Imerso nessa logística, pode-se observa que os grandes veículos de informações não trazem a pauta sobre a comunicação feita de maneira eficiente, seja ela culta ou não.
De acordo com o artigo 5 da Constituição Federal de 1988, é inviolável o direito a liberdade e a igualdade. Sob esse viés, tais direitos não são garantidos na prática, uma vez que diversas pessoas sofrem constantemente preconceitos pela forma como se comunicam. Dessa forma, percebe-se uma irresponsabilidade governamental pelo fato desses benefícios não serem mantidos, porém tais garantias devem ser cuidadas em prol da valorização das diversas formas de comunicação.
Portanto, cabe ao Ministério da Cidadania em parceria com o MEC, nas instituições públicas e privadas, promovam por meio de campanhas de conscientização para pais e alunos, debates engajadores sobre a importância da variedade linguística bem como campanhas nas redes sociais sobre o tema. Nesse sentido, o fito de tal ação é promover a valorização dos diversos vocabulário.