Preconceito Linguístico

Enviada em 07/01/2021

São Tomas de Aquino, defendeu que todas as pessoas precisam ser tratadas com a mesma importância. Porém, a questão do preconceito liguístico contraria o ponto de vista do filósofo, uma vez que, no Brasil, alguns grupos sociais são vítimas de discriminação constante. Nesse contexto, percebe-se  a configuração de um grave problema de contornos específicos, cuja diminuição é dificultada em virtude do legado histórico e da falta de conhecimento.

Em primeira análise, o legado histórico mostra-se como um dos desafios da resolução do problema. De acordo com o pensamento de Claude Levi- Strauss só é possível interpretar adequadamente as ações coletivas por meio do entendimento de eventos históricos. Nesse sentido, o preconceito linguístico, mesmo que fortemente presente no século XXI, apresenta raízes intrisecas à história brasileira, o que dificulta ainda mais sua resolução. Portanto, para sua diminuição, é preciso romper com esse preconceito bistórico, enraizado na mentalidade social.

Alem disso, outra dificuldade, enfrentada é a questão da falta de conhecimento. Nesse sentido, o filósolo Shopenhauer defende, que os limites do campo de visão de uma pessoa determina seu entendimento e respeito pelo mundo. Isso justifica outra causa do problema : se as pessoas não tem acesso à informação séria sobre o preconceito liguístico sofrido por alguns grupos socias brasileiros, sua visão sera limitada, o que difilcuta a erradicação do problema.

Portanto, medidas são necessárias para resolver esse impasse. Para que isso ocorra, o MEC juntamente com a Secretaria da Cultura devem desenvolver palestras em escolas, por meio do intermédio de especialistas sobre o assunto com o objetivo de trazer mais lucidez sobre o tema, com  o mesmo propósito vítimas devem ser ouvidas e entrevistadas. Alem disso, nesses eventos é preciso discutir a compreensão dos eventos históricos no combate ao preconceito linguístico, a fim de erradicar esse problema, vivendo em uma sociedade menos preconceituosa.