Preconceito Linguístico

Enviada em 23/04/2021

Observando o cenário do preconceito linguístico, é notório que grade parte dos indivíduos se sintam amedrontados com a possibilidade de cometer um erro de português “ Como se o fato de saber a regência ‘correta’ do verbo emplacado gerasse algum tipo de superioridade […]",afirma o linguista Marcos Bagno.

Do mesmo modo, grande parte dos indivíduos não possuem mais uma alacridade em demonstrar seus pensamentos por conta desse obstáculo. É constantemente encarado uma certa naturalidade na sociedade brasileira, como por exemplo, a famosa discriminação com base no modo de falar das pessoas. Tais “erros" de português, executados por semi-analfabetos, analfabetos e pobres são frequentemente criticados pela elite. Dando a entender uma “disputa" sobre quem possui mais conhecimento da língua portuguesa. Nessa perspectiva, o linguista e professor do Instituto de Letras (IL) da Universidade de Brasília (UnB) Marcos Bagno afirma que o conhecimento da gramática normativa tem sido corriqueiro, utilizado como um instrumento de distinção e de dominação pela população culta.

Em suma, apesar da gramática demonstrar diferença a norma culta, não significa que deve ser desprezada. E sim servir como base do aprendizado referente a cadeira de língua portuguesa. Como podemos refletir, tudo está ao alvo da evolução, e a língua é um exemplo vivo disso.

A sociedade precisa parar de ocupar-se em desprestigiar o outro e começar a olhar mais para si próprio. Assim,com certeza,haveria grandes mudanças em relação ao convívio das pessoas, em especial os preconceitos, que não são poucos.

Portanto, ter um certo domínio da língua portuguesa, auxilia para conter um ótimo desempenho visando todas a disciplinas. O conhecimento de escrever, ler e interpretar resulta  em bons resultados. Para tanto, cabe as escolas promover entendimento sobre as variações linguísticas, e assim estimulando os alunos a tomar consciência a não cometer atos de preconceitos ao próximo.