Preconceito Linguístico

Enviada em 23/04/2021

Preconceito linguístico Para contextualizar vamos partir de uma situação hipotética de preconceito linguístico: Um brasileiro de origem alemã chegou em um bar, pediu sua bebida e começou a dialogar com outras pessoas da mesa ao lado da banca. Em meio a isso tudo um cidadão desprovido de respeito começou a “zombar” do descendente de alemão, chamando ele de “colono”, pois ele tinha dificuldade de pronunciar o som dos dois “r” (palavras com essa junção de letras seriam algumas delas: rato, rosca, rolha, raro, arrastar …).

Esse tipo de situação é de extremo e preconceito, e muito desnecessário, mas tem muita gente que critica sem saber do motivo, ou por que tem ouvidos sensíveis e só olham pro próprio umbigo. Um exemplo de justificativa do sotaque alemão é a imigração alemã no Sul do Brasil começou logo cedo no império, em 1824, quando os primeiros grupos de imigrantes Alemanha foram se fixar no Rio Grande do Sul. Os alemães promoveram uma colonização na província de a partir daí se expandiram por toda região. Isso também serve para outros sotaques, culturas e colonizações.

Por causa dessas colonizações que temos pessoas que falam com sotaques diferentes, mesmo com os de ouvidos sensíveis ou preconceituosos temos que parar com o preconceito linguístico e sermos mais empáticos. Para que esse problema seja reduzido, cabe ao MEC (Ministério da Educação) promover material didático que ensine sobre a diversidade cultural e o ensino que os pais dão para os filhos em casa.