Preconceito Linguístico
Enviada em 20/07/2021
O Preconceito Linguístico no Brasil
A princípio, no Brasil, devido a sua formação sócio-cultural pela miscigenação de diversos povos, a Língua Portuguesa apresenta diversas particularidades no contexto regional, etário, social e histórico. Embora tal fato seja típico na realidade brasileira, o preconceito linguístico é muito evidente e, por isso, é preciso entender que há diversas variantes na linguagem, e uma não deveria ser mais prestigiada em relação às demais.
Em primeiro plano, é importante destacar que, em função do êxodo rural, muitos indivíduos do interior migraram para as grandes metrópoles, onde a linguagem é diferente, desse modo gerando preconceito sobre a forma de falar e consequentemente depreciação. Nesse sentido, esse fato que é para ser valorizado é, infelizmente, um fator de marginalização social, em vista de um preconceito perante pessoas de baixa escolaridade cujo são consideradas com desdém por “falar errado”.
Por outro lado, as consequências do preconceito linguístico são um fator decisivo no assunto. A exclusão social, aliada à problemas psicológicos e dificuldades de inclusão e comunicação, são apenas uma parte do problema que isso causa. O que demonstra a necessidade de estimular mudanças comportamentais nos adultos para que os jovens não herdem essas atitudes arcaicas. Entende-se, portanto, que o preconceito linguístico no Brasil nega as raízes históricas da nação e gera um ambiente segregacionista.
Dessarte é notável que o Ministério da Educação (MEC) deve, através de uma lei sancionada pelo poder Legislativo, implementar obrigatoriamente matérias que abordem os benefícios da variação linguística, por meio da capacitação de professores, de modo que desde diminua esse fenômeno xenófobo.