Preconceito Linguístico
Enviada em 22/07/2021
Segundo Albert Einstein, é mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito. Analogamente, na sociedade brasileira, o preconceito linguístico exclui várias pessoas, pelo fato de considerar apenas algumas formas de linguagens como corretas. Sendo assim, é importante analisar como a desigualdade social e o modelo idealizado da lingua interferem nessa problemática.
Diante desse cenário, de acordo com o blog Católica EAD, o preconceito linguístico é inerente as classes menos favorecidas. Sob esse viés, a desigualdade social, colabora, negativamente, com o pre- julgamento da língua. Logo, torna-se indubitável que as camadas sociais baixas são alvo desse prejuízo, principalmente, no ambiente escolar, por consequência, dissemina o preconceito ao rejeitar e desmerecer a linguagem regional de alguns alunos. Dessa maneira, muda a forma de comunicação entre eles.
Além disso, Marcos Bagnol, em sua obra “Preconceito Linguistico” diz que o preconceito é derivado da construção de um padrão imposto por uma elite econômica. Nesse contexto, é notório que o modelo idealizado da língua, contribui com a discriminação da lingua no Brasil. Dessa forma, a padronização da lingua menospreza muitas pessoas que não se adaptam a ela, por exemplo em uma entrevista formal o candidato é desclassificado pelo modo de falar ser de uma região especifica. Destarte, medidas devem ser feitas para minimizar esse problema.
Portanto, o Governo Federal, órgão responsável pela ordem social, deve criar mecanismos para previnir o preconceito linguístico, promover campanhas conscientes, por meio de propagandas e pelas midias sociais, com o objetivo de alertar a população dos riscos que o preconceito causa na sociedade. Deve, também, crias metódos estratégicos nas escolas, por meio de projetos educativos e palestras, com o fito de promover a igualdade e o respeito entre os alunos. A fim de combater os impecilhos causados com o advento do preconceito inguistico.