Preconceito Linguístico

Enviada em 11/09/2021

“É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito.” disse Albert Einstein. De maneira similar, há entre vários estados brasileiros uma aversão as variações de fala que não se enquadram na linguagem formal presente em documentos e livros. Deve-se tomar medidas para mudar essa cruél visão refletida de períodos colonias.

Em concordância com o Estatuto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE), aproxidamente 38% dos brasileiros nunca estiveram em um ambiente escolar. Diante dessa perspectiva, essa parcela, em maioria pessoas de baixa renda, ficará vulnerável a exclusão por não se enquadrar na formalidade de diálogo e escrita exigido, logo elitiza-se o padrão de fala e aumenta a evidente exclusão social da parcelas pobres deste país. Deve-se tomar medidas para concientizar a língua portuguesa como algo difuso.

Pelo século XVI, quando o Brasil era colozinado por portugueses, estes implantaram a catequização dos índios existentes, assim, fazendo o aculturamento destes e obrigam-se a falar a língua portuguesa, em decorrência deste fato, hoje essa exclusão dialética ainda existente entre nossas parcelas, logo, é necessário para a quebra destas barreiras sociais o uso dos veículos de informações como propagadores de diversas palavras criadas em discursos coloquiais na visão da aceitação de palavras novas.

Diante dessa perspectiva, a mídia, como instrumente de informação, deve ajudar a promover campanhas de igualdade as diversificações linguística, mediante debates, com o objetivo de criar cidadãos que aceitem as diferenças regionais existentes, assim, se quebrará preconceitos como a ciência atualmente quebra átomos.