Preconceito Linguístico
Enviada em 20/12/2022
Segundo o filósofo brasileiro Mario Cortella,a normatização dos problemas sociais se da pela ausência de conscientização deles.Nesse contexto,é viável fazer uma analogia com a questão do preconceito linguístico,visto que as pessoas aceitam tal realidade sem buscar compreender as possíveis soluções.Sob essa óptica,é importante destacar o poder público e o corpo social como agravante da problemática.
Nessa premissa,é importante destacar a falta de legislação e punição para os agressores que cometem a descriminação social,por parte do governo para atenuar o preconceito linguístico.Segundo o poeta Britânico Oscar Wilde,a insatisfação é o primeiro passo para o progresso da nação.Toda via,o poder público paresse não compactar com essa ideologia,uma vez que,não se mobiliza para garantir o Artigo 3º paragrafo IV da constituição de 1988, no qual promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.Logo,percebe-se que o poder estatal foi ineficiente au não resolver a problemática.
Além disso,nota-se uma ausência de ‘’engrenagens’’ sociais em defesa na diminuição do preconceito linguístico.Prova disso,a banalização,geralmente,por parte da populacão em não denuciar a descriminação social,o que prejudica sua resolução.Tal realidade vai de encontro com o sociólogo Robert Putman,pois para ele a ausência de mobilização das pessoas não será possível a diminuição dos problemas existentes.Dessa forma,a falta de engajamento para atenuar a problemática.
Portanto,a população,por meio de projetos sociais online,deve criar campanhas de incentivo que trabalhe paralelamente com ações governamentais,como na questão do preconceito linguístico.Tal campanha deve ter repercussão nacional e representates de todos os estados brasileiros para que se possa cobrar do Estado maiores ações,projetos,planos e investimentos voltados para a descrimimação social.Somente assim,essa questão será minimizada no país.