Preconceito Linguístico

Enviada em 23/09/2023

É notório que o preconceito linguístico está presente no Brasil, tendo em vista que há gurpo sociais que acreditam que no modo de falar existe o certo e o errado, com isso muitos indivíduos consideram sua maneira de falar superior a outros grupos. Portanto, o preconceito linguístico leva a exclusão social daqueles que se expressam de maneira informal, ou até mesmo a violência física, verbal e psicológica. Diante disso, é possível afirmar que entre os principais problemas está a dificuldade de conseguir emprego e a exclusão social.

Primeiramente, o preconceito linguístico está diretamente relacionado as dificuldades em conseguir emprego, já que ele destina o cargo que uma pessoa ocupa em uma empresa, por mais que a pessoa seja capacitada o suficiente para ocupar melhores cargos. Além disso, o profissional pode enfrentar dificuldades em participar de promoções, ou ser limitado a trabalhar somente em cargos operacioanis. Segundo uma pesquisa realizada pelo portal de notícias da globo, G1, a região mais vulnerável ao preconceito linguístico é o Nordeste, essa região também sofre com a xenofobia.

Ademais, a exclusão social também é uma consequência desse problema. A depreciação pelo sotaque ou modo de falar, pode gerar problemas de autoestima, medo de falar em público ou distúrbios psicológicos. Com isso, se destaca dois tipos de preconceito linguístico, o preconceito com a pronúncia e o outro com a gramática. Em 2022 foram registrados 10.686 casos de xenofobia contra nordestinos, indígenas e imigrantes no Brasil, aponta uma pesquisa publicada pelo G1.

Diante disso, para resolver esse problema, é necessário que o Ministério da Educação (MEC) juntamente aos educadores, promovam e estimulem a linguagem como identidade cultural do indivíduo, o ensino da língua portuguesa a partir da perspectiva de diversidade linguística, a aceitação e o respeito as diferentes formas de falar um mesmo idioma.