Preconceito Linguístico

Enviada em 09/11/2023

O preconceito linguístico está integrado na sociedade brasileira desde a antiguidade. De acordo com Evanildo Bechara, “um falante deve ser poliglota em sua própria língua”, pois em uma mesma região, pode existir muitas formas de falas para a comunicação dos indivíduos. Dessa forma, a negligência do estado em conjunto da crença de que a única maneira correta de se comunicar oralmente é a forma culta da língua ajudam na continuação desse problema.

A princípio, e importante pontuar que o preconceito linguístico também está relacionado com o baixo envolvimento do estado. Assim, podemos concluir que, a acessibilidade e o precário estudo nas escolas juntamente com o não incentivo do governo sobre a inclusão das diversidades regionais atuam no prolongamento desse preconceito.

Ademais, a crença de que a forma culta é a única que deve ser utilizada em um diálogo é equivocada, pelo fato de que não há a necessidade de falar semelhantemente a uma escrita.

Conclui-se que, diante de tais fatos apresentados, é necessário que o governo brasileiro invista parte de capital em campanhas conscientizadoras, para que a sociedade entenda que existem formas diferentes de se comunicar. Logo, com tais medidas, o preconceito linguístico seja reduzido no Brasil.