Preconceitos enfrentados pelos homossexuais na doação de sangue

Enviada em 23/04/2020

Promulgada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à saúde e ao bem - estar social. Conquanto, a doação de sangue está sendo muito rígida no Brasil, com isso, o índice de doadores caíram muito, inclusive para pessoas que são homossexuais. Nessa perspectiva, esses desafios devem ser superados de imediato para que uma sociedade integrada seja alcançada.

À saúde é o fator principal no desenvolvimento de um País. Hodiernamente, ocupando a nona posição na economia mundial, seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema público de ensino eficiente. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), é de haver 3% e 5% da população doando sangue, mas com os requisitos que estão tendo agora que impedem alguns doadores de doarem sangue, o rendimento caiu bastante. O fato de homens se relacionarem com outros homens, não quer dizer que são portadores de doenças e que nem podem doar sangue. Basta saber se estão se prevenindo direito, isso serve para as mulheres lésbicas e até mesmo para os heterossexuais, pois podem possuir qualquer tipo de doenças sexualmente transmissíveis.

Faz - se mister, ainda, salientar o preconceito como impulsionador do problema. De acordo com Zygmont Bauman, sociólogo polonês, a falta de solidez nas relações sociais, politicas e econômicas é a características da “modernidade líquida” no século XXI. Diante de tal contexto, não há pessoas que são imunes, qualquer ato sexual desprotegido estão na faixa etária é correm risco de terem qualquer tipo de doenças sexuais. Em pleno século XXI, existem pessoas que não aceitam receber sangue de homossexuais por pensarem que são contaminados, que contenham qualquer tipo de risco para a vida, porém, existe todo procedimento para retirar o sangue, materiais descartáveis, exames feitos antes, isso tudo para impedir qualquer coisa para à vida da(o) paciente.

Infere - se, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de politicas que visem à construção de um mundo melhor. Dessa maneira, urge que candidatos que tenham todo o seu direito como doador de sangue compatível, devem ser bem recebidos sem nenhum tipo de preconceito sexual. O melhor há se fazer é conscientizar as pessoas como são feitos os procedimentos de doação e que não tem risco de pegar doenças de qualquer um, antes de doar uma maneira de proteger os pacientes é fazerem exames de rotina para verem se não possui nenhum tipo de doenças, e fazerem algumas perguntas recentes sobre sua relação sexual.Feito isso, a OMS podem divulgar e incentivar os homossexuais a praticarem a doação sanguínea e esclarecem algumas dúvidas da populações sobre mitos da doação. Dessa forma, o Brasil poderia superar o preconceito de doações homossexuais.