Preconceitos enfrentados pelos homossexuais na doação de sangue
Enviada em 26/04/2020
Em 1993 com o surto da Aids foi analisado mais pessoas homossexuais com a infecção da doença, com a falta de tecnologia e testes médicos a medida de prevenção tomado foi não permitir a doação de sangue para preservar a segurança do paciente. No momento do surto foi necessário a medida, hoje com os recursos médicos e conhecimento sobre a doença, não é viável bloquear a doação de sangue de pessoas saudáveis, porque além de um ato de discriminação isso impede muitas vidas serem salvas.
Questionado porquê homens que têm relações sexuais com outros homens não podem fazer a doação de sangue, o ministério da saúde argumenta que a relação anal tem uma maior probabilidade de transmissão do HIV segundo o site “super.abril.com.br”. Entretanto, essa prática tem se popularizado em relações heterossexuais, portanto qualquer risco para homossexuais é atribuído também aos heterossexuais.
Este preconceito com a população LGBTQ viola a igualdade social, e impede que muitas pessoas de receber uma transfusão de sangue. Muitos gays que foram barrados na etapa da entrevista para a doação estavam em condições saudáveis e em relações monogâmicas de longo período, único critério usado para os cidadãos heterossexuais.
Portanto medidas são necessárias para resolver o impasse. Cabe ao Ministério da Saúde permitir a doação de sangue de pessoas homossexuais, por meio da alteração da entrevista. Mudar o critério de exigência de abstinência sexual, com o propósito das restrições para a doação seja para qualquer cidadão independente das escolhas sexuais. Assim promover a saúde e igualdade social.