Preconceitos enfrentados pelos homossexuais na doação de sangue
Enviada em 20/07/2020
Segundo o Ministério da Saúde (MS), atualmente cerca de 1,6% da população brasileira doa sangue. Ou seja, há 16 doadores de um grupo de 1000 pessoas. Embora o pequeno pencentual, no Brasil é adotado medida de restrição severa e discriminatória : homens que fizeram sexo, nos últimos 12 meses, com outros e/ou com parceiras sexuais destes (HSH’s) são inaptos à doação sanguínea. Nesse sentido, é perceptível que o Estado foca nos grupos de risco, uma medida paleoativa obsoleta perante ao contágio de doenças, como malária, HIV, hepatites, já que todos são possíveis transmissores destas patologias. Assim, pessoas que poderiam ajudar a salvar vidas são impedidas, e devido a esse constragimento moral não voltam aos hemocentros.
Em primeiro lugar, e importante destacar que, em função da antiga associação de que homoafetivo é portador de enfermidades transmitidas pela hemolinfa, essa norma de proficiência permanece em palta. Conforme a historicidade global, desde a década de 80 a sociedade LGBTQS+ sofre esse preconceito, visto que nessa época houve um surto epidemiológico da AIDS principalmente em homosexuais do Brasil, Espanha , EUA e de outros países. Nota-se então que, todo um grupo acaba sendo descartado para a transfusão, devido a uma pacerla desse que foi promíscua : não usando proteção no ato sexual e/ou tendo parceiros distintos e desconhecidos. Desse modo, o fundamento para a recusa da doação sanguínea é meramente uma discriminação social àquela minoria.
Por conseguinte, os HSH’s são oprimidos ao receber a negativa para essa ação benificente nem tendo a verificação de aptidão, como se esses tivessem um plasma ruim, o que resulta na não aparição deles nos hemocentros. Assim os bancos hemolinfáticos brasileiros perde muito. De acordo com a revista Super Interessante, o território brasileiro desperdiça 18 milhões de litros de sangue ao ano pelo prejugamento. Logo, se tem um desfalque considerável em um país com pouco percentual de doadores, e então muitas pessoas ficam a mercê das esperanças frustadas, devido ao preconceito.
Portanto, medidas são necessárias para resolver esse impasse : principal causador para a permanência da restrição ultrapassada. Para tanto, é interessante as escolas e as famílias realizarem debates a respeito da discriminação perante ao grupo LGBTQS+, mediante a diálogos entre pais/professores e filhos/estudantes, de modo que esclareça o quanto essas minorias sofrem diariamente. Isso objetivaria conscientizar a futura geração à respeita-lós. Ademais, é de suma importâcia que o Ministério da Saúde retire sua orientação que limita os doadores, por meio de uma pressão popular para que concretize um decreto presidencial de anulação do empeçilho. Tal ato teria o fito de aproveitar o sangue de determinados indíviduos independente de sua orientação sexual.