Preconceitos enfrentados pelos homossexuais na doação de sangue
Enviada em 21/01/2021
Segundo mapeado pela Associação brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais, no Brasil há aproximadamente 17,9 milhões de pessoas homossexuais, pórem mesmo com toda a globalização e direitos que estes conquistaram, ainda sim exitem grupos em que designa um tipo de preconceito para com às pessoas que possuem relações homoafetivas. Um exemplo atual que temos hoje é o Preconceito enfrentado pelos homossexuais na doação de sangue.
Em primeiro plano, a discriminação ocorre devido ao grande número de infectados pelo DST que tem relações com parceiros do mesmo sexo. A falta de informação na sociedade sobre a homoafetividade acaba afetando principalmente as pessoas mais sucetíveis ao virús. 65% dos diagnósticos de HIV ocorreram em homens. Destes, 45% tem uma vida sexual com outros homens, mas isso não impede os homossexuais de doarem sangue de uma maneira segura. Segundo o médico Drauzio Varella, o conceito de “grupo de risco”, já não existe mais. O que deve ser levado em conta é o comportamento de risco. Um homossexual que mantém um parceiro que não possui o virús ou que se relaciona com até mais de uma pessoa não contaminada, tem zero chances de oferecer risco com seu sangue. Em contra partida uma mulher ou um homem hetéro que teve apenas um pareceiro que tenha apresentado sinais do virús , já tem chances de infectar o seu receptor sanguíneo.
o STF chegou a conclusão de que isso beneficia a toda uma sociendade. Ainda mais em tempos de pandemia, onde muitas pessoas estão precisando de transfusão sanguínea. Derrubar este preconceito é uma vitória para nossos bancos de sangue.
Portanto, é necessária medidas que atenuem o impasse, nas quais permite que o homossexual, assim como o hetéro tenha os mesmos direitos em salvar vidas como na doação de sangue.É primordial, também, que comecem a divulgar informações sobre a homoafetividades
para que preconceitos como esses possam ser anulados.