Preconceitos enfrentados pelos homossexuais na doação de sangue
Enviada em 28/01/2021
No Brasil contemporâneo, o preconceito enfrentado pelos homossexuais na doação de sangue ainda é analisado como um grande inimigo dos nossos hemocentros. Isso se deve a uma deficiência profissional e a falta de informações sobre os participantes do movimento LGBTQ. Desse modo, é urgente a reversibilidade do cenário em questão.
Em primeiro plano, a falta de preparação dos profissionais de saúde alastrar o preconceito. Isso se dá, pois, colocam o homoafetivo como o maior contaminador de DST( doença sexualmente transmitida). Segundo o Dr. Drauzio, “Ainda hoje, homossexuais têm restrições para doar sangue, herdadas de tempos em que se trabalhava com o conceito de grupos de risco mais vulneráveis a infecções sexualmente transmissíveis. Atualmente, pensa-se mais na ideia de comportamento de risco.” De forma paralela ao pronunciamento do docente, mulheres que praticam sodomia sem proteção possui mais risco de contaminar alguém com seu sangue do que um homem “gay” que usa contraceptivos. Assim logo, essa situação precisa ser revista.
Ademais, a ignorância sobre o LGBTQ intercorre da homofobia. Desse modo, homoafetivos tendem a mentir sobre sua orientação sexual para que possam fazer o bem. Conforme o pronunciamento da youtuber Jessica Tauane, “o sangue de um lgbt pode até cair na veia de um homofóbico, mas a gente ta nem aí, só queremos que as pessoas fiquem saudáveis.” De modo mediativo, vemos que a exclusão prejudica não só o receptor sanguíneo, mas também a pessoa que precisa esconder sua identidade para não ser julgada. Mediante aos fatos, é excepcional uma mudança de pesamento coletivo.
Torna imprescindível, portanto, a tomada de medidas que mitiguem os efeitos do preconceito homofóbico na doação de sangue. Para isso é papel do Estado oferecer materiais didáticos, apostilas e e-books sobre as DSTS, mostrando que não necéssariamente um homossexual será portador das mesmas, no intuido de terem mais sangues disponíveis nos hemocentros. Cabe também as mídias e as famílias quebrarem o título do homossexualismo como um tabu. Assim diminuirá o número de pessoas homofóbicas no Brasil. Com fito de que todos possam ser doadores de uma maneira segura e que não falte sangue nos bancos sanguíneos.