Preconceitos enfrentados pelos homossexuais na doação de sangue

Enviada em 05/05/2021

Em 2016, durante o governo de Dilma Rousseff foi instaurado que homens que fizeram sexo com outro homem, nos últimos 12 meses, não estão aptos a fazerem doações de sangue. De analogiaoga a isso, doações por parte de pessoas homoafetivas são raras. Nesse prisma destacam-se os dois aspectos importantes: as pessoas que apresentam restrições para doar e o tabu do corpo social com os homosexuais.

Em primeiro plano, é permanente que nem todo mundo pode executar o ato da doação, pois existem uma série de doenças que são transmitidas através do sangue, como a hepatite B e C e à aids, que pode ser transmitida por relações sexuais com pessoas soro positivo, o que se faz bem comum. Desse modo, cerca de 36,9 milhões de desejamos conviver com essa doença e fazem tratamento com os antirretrovirais. Conquanto, só uma pouca parte desses milhões que corrige o tratamento, ou seja, existem muitos infectados sem fazer uso do tratamento adequado.

Outrossim, é notório o tabu existente em relação aos homossexuais em várias áreas da sociedade, e nos hemocentros não seria diferente. Ainda mais pelo fato das relações sexuais não serem entre sexos opostos. Dessa forma, como está assegurado na Declaração Universal dos Direitos que todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direito. Sendo assim, o corpo social deve quebrar esse tabu com gays, que também são individuos como qualquer outro e aceitar as doações e permiti-las assim que possível.

Em vista dos fatos aludidos, faz-se necessário a adoção de medidas que amenizam ou preconceito em relação às doações san guínias de gays. Por conseqüência, cabe ao governo e ao ministério da saúde fazer campanhas, por meios de mídias, panfletos, outdoors a fim de que incentive a doação de sague e que os profissionais de saúde tratem todos da mesma maneira, apesar de sua orientação sexual. Sendo assim, os atuais presidentes também devem induzir o corpo social para que todos convivam em bem comum.