Prejuízos da ausência de discussão sobre saúde mental no âmbito esportivo
Enviada em 17/08/2021
A saúde mental nos últimos anos ganhou proporções consideráveis. Tendo em vista, principalmente, a quebra da invulnerabilidade, ou seja, ocultar-se seu mal estar mental, mostrando sempre bem disposto. Entretanto, a pouca discussão do assunto em outros âmbitos, como, no esporte, causa um certo desconforto e combranças no que diz respeito ao atleta e seu desempenho esportista, de modo, que, limita este a se abrir sobre sua energia interior. Desse modo, é cabível o debate acerca do tema proposto.
Em primeira questão, a ignorância sobre o tópico causa uma pressão depositada no desportista, isto é, a preocupação é que apenas compita, uma vez que, anula a importância do bem-estar emocional. ’’ Temos que proteger nossas mentes e corpos, não é apenas ir lá e competir… não somos apenas atletas’’ falada pela a ginasta estadunidense, Simone Biles, após desistir de disputar a final nas Olimpíadas de Tóquio, devido perceber seu baixo desempenho e, logo, resolveu se resguardar. Diante disso, é possível afimar o quanto o assunto é de extrema valia no meio do esporte, tanto para os atletas, como para seus colaboladores em noção de não julgares como ‘‘frescura’’.
Ademais, o prejuízo causado por isso, acomete ao indíviduo um esgotamente forte, capaz de conduzir a patologias mentais, como: depressão. Nesse contexto, a ‘’teologia de traste’’ abordada pelo poeta pós-modernista, Manuel de Barros, abrange seu principal aspecto em direcionar valor as situações constantemente esquecidas ou ignoradas, como exemplo atual, saúde mental. Com isso, a medida que a atenção for voltada apenas para a atuaçao física, não se avançará em uma humanidade empática em saber ressaltar e respeitar não apenas como profissional, mas também, como pessoa.
Por fim, é essencial uma boa proposta para manter a seriedade a essa temática com efeito amenizador. Sendo assim, o Comitê Olímpico do Brasil (COB), entidade máxima do esporte no Brasil, deve garantir profissionais adequados, como, psicológos, por meio, de investimentos qualitativos que garantam aos atletas não somente uma base de atuação profissional, mas , também, voltada para o pessoal, com a perspectiva de que ‘‘o ser humano não é uma máquina’’, haja vista, que a energia psíquica é prioritária e pela qual é por ela que se mantém um bom desenvolvimeto físico. Assim, formará no desporto brasileiro membros capazes de lidar com suas emoções e conseguinte saber o momento de se resguardar.