Prejuízos da ausência de discussão sobre saúde mental no âmbito esportivo

Enviada em 10/11/2021

As Olimpíadas foram criadas na Grécia antiga com o objetivo de cultuar seus deuses e conseguir prosperidade na vida. Entretanto, no Brasil, o Esporte é vinculo da deterioração da saúde mental do atleta. Fruto esse não só do excesso de esforço prolongado no treinamento, como também, pela falta de inteligência emocional para lidar com possíveis derrotas. Portanto, é necessário discutir formas de amenizar esse empasse.

Primeiramente, é importante analisar a questão do treinamento esportivo. De acordo com o Jornal Estadão jogadores treinam em média 12 horas por dia. Dessa forma, com essa carga horária excessiva, não haverá tempo para atividades de lazer e relaxamento. Por consequência, com o acumulo de pressão diária o atleta é prejudicado, ocorrendo na falta de saúde mental por ausência de tempo.

Nesse sentido, vale ressaltar a pressão da derrota no esporte. No comitê olímpico é dito que a olimpíada é realizada de 4 em 4 anos, como tempo de preparação para a competição. Assim sendo, o atleta terá poucas competições em sua vida e irá passar a maior parte do tempo em treinamento. Dessa maneira, o medo da derrota e consequentemente a perda do esforço, o coloca sobre pressão, caso esse venha a perder, entrará em conflito mentalmente, prejudicando sua mente.

Em suma, é mister que o estado tome as devidas atitudes para amenizar o empecilho. Urge, assim, que o Ministério do Esporte - órgão responsável pela administração esportiva do Brasil - aumente o número de competições no país. Por meio de um investimento requerido no banco federal para a formação de competições, que será votado pelos esportistas e eles decidiram de quanto em quanto tempo irão jogar. Para que assim, o atleta perca todo a pressão diária devido a importância dos eventos e não tenha o extremo medo de perder pois terá novas chances pela frente, conciliando com a ideologia da Grécia antiga.