Prejuízos da ausência de discussão sobre saúde mental no âmbito esportivo

Enviada em 16/08/2021

Diversas pesquisas e relatos afirmam que os esportes e exercícios são tão essenciais para a saúde mental quanto para a física. Os exercícios físicos fortalecem o corpo e ajudam no controle de doenças como hipertensão, obesidade, diabetes, entre outras, mas também ajudam na administração da saúde mental, sendo pela produção de hormônios, como o da felicidade por exemplo, ou pela mudança do estilo de vida de uma pessoa.

Estudiosos afirmam que a prática de esportes ajuda a aumentar a autoestima das pessoas além de contribuírem nas relações de socialização do indivíduo, como crianças que possuem dificuldade de se expressar, e através do esporte, se tornam mais ativas e sociáveis no ambiente escolar ou familiar. Recentemente, nas Olimpíadas de Tóquio 2021, a ginasta americana Simone Biles optou por não participar de diversas etapas da competição por priorizar sua saúde mental, esse ato serviu de exemplo para diversos atletas que sofrem constantemente com a pressão psicológica.

Como disse Biles, durante a coletiva de imprensa onde foi anunciado que sairia de algumas competições, “Não somos apenas atletas. Somos pessoas. E, às vezes, é preciso dar um passo atrás.", muitos atletas se esforçam para melhorar, tal cobrança acaba sobrecarregando essas pessoas, isso acaba por gerar problemas psicológicos como a ansiedade por exemplo, que por sua vez pode até ocasionar em casos de depressão.

Dito isso, se torna necessário que o suporte psicológico para os atletas seja aprimorado, além de que os atletas devem ser capazes de identificar seus próprios limites.