Prejuízos da ausência de discussão sobre saúde mental no âmbito esportivo
Enviada em 22/08/2021
A prática de atividades esportivas ajudam a produção de hormônios como seretonina, endorfina e feniletilamina que atuam no humor, redução da irritabilidade e melhoram a nossa disposição e produtividade. A autoestima também é trabalhada quando metas são superadas.
No final do último ano, a Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou novas diretrizes sobre atividade física e o comportamento sedentário. O ducumento defende que a prática de exercícios deve ser frequente em todas as pessoas independente da idade. O impacto psicológico, social e financeiro da pandemia da Covid-19 em atletas brasileiros está sendo estudado por pesquisadores e, até o momento, 80% dos entrevistados já declararam sintomas de depressão, ansiedade, insônia ou estresse.
Como o caso da maior astro da ginastica Simone Biles, ficou de fora da prova após passar por uma avaliação médica em que a atleta escolheu em cuidar do seu bem estar emocional nos Jogos Olímpicos de Tókio 2021.
Não falar sobre como nos sentimos internamente gera conflitos internos e pensamentos pessimistas fora toda a pressão que é colocada nos indíviduos, todos deviam ter acompanhamento psicológico dos profissionais e o incentivo de família e amigos, pois são muitas as dificuldades que entram no caminho.
Para melhorar a saúde mental principalmente nos esportes é preciso que a sociedade em si se engaje, rompendo com os estigmas relacionados às doenças psíquicas, os serviços de saúde devem conscientizá-los sobre os cuidados preventivos, e o investimento público e privado deve crescer.