Prejuízos da ausência de discussão sobre saúde mental no âmbito esportivo
Enviada em 18/08/2021
Saúde Mental
No esporte, se precisa de concentração e segurança de si, deve-se levar em consideração a saúde mental, não é o que ocorre no dia a dia de um atleta. Simone Biles é um exemplo do atleta que por falta de apoio psicológico, desistiu de competir nas Olimpíadas de Tokio. Uma pessoa que está segura com seus pensamentos e com suas ações, pode fazer muitas coisas que a insegurança e pressão não permitem. Em consequência desse ato, muitos atletas não estão preparados psicologicamente para conectar o fardo de uma competição e o que ocasiona esse problema é a falta de opio terapêutico.
Em virtude do cenário atual, o atleta no período competição, tem o medo de projeção do fracasso. Em consequência disso, o competidor se autocondena a desistencia. Enquanto uns falam que seria coragem ter vulnerabilidade, outros falam que é cavardia. O fardo de uma pessoa carregar “o mundo nas costas”, além de comentários e frases inapropriádas nas redes sociais, afeta imensamente a saúde mental. Isso no momento do esporte, é um problema, se essas pessoas tivessem uma segurança de que não importa o que houver, dando o melhor de si, é a única coisa que importa, esse indivíduos teriam mais confinça.
Percebe-se que, há uma má administração em questão da saúde mental dos atletas. O que é levado em questão seria o treino e o físico, mas o que realemente ajuda na hora da desisão é o apoio que essas pessoas estão recebendo.
Concluímos que, tanto as pessoas das redes sociais, quanto os recrutados a treinar os atletas, devem pensar primeiramente na saúde mental e logo em seguida no físico. As instituições que oferecem o cargo de competir devem fazer campanhas nas redes de apoio a aqueles que mesmo com muita pressão estão os apoiando. E os recrutados a treinar os atletas devem oferecer apoio profissional a eles.