Prejuízos da ausência de discussão sobre saúde mental no âmbito esportivo
Enviada em 26/08/2021
Consoante as Olímpiadas, evento mundial, representa-se a inclusão, as diferenças sociais e culturais no tecido social contemporâneo. Nesse sentido, tendo em vista o grande preparo dia a dia dos atletas, na intenção de alcançar as medalhas de ouro, prata e bronze é um problema a escassez de cuidados preventivos sobre a saúde mental desses indivíduos. Diante disso, deve-se analisar a ausência de debates psicoterapeutos e a falta de acompanhamento frequente de profissionais da área da saúde mental, com a intenção de melhorar a autoconfiança e a pressão exercida sobre esses atletas.
Em primeiro lugar, a ausência de debates psicoterapeutos é um problema que aflige o desenvolvimento dos competidores nas Olímpiadas. Isso porque, na cidadania, é recorrente associar a prática de esportes como mecanismo de prevenção as doenças mentais. Nesse parâmetro, cria-se uma falsa sensação que quem vive do esporte está bem amparado e protegido dos transtornos psicológicos como, ansiedade e a depressão. Diante dessa análise, o Estado e as empresas patrocinadoras do âmbito esportivo, têm-se investido pouco na preparação mental desses atletas, uma vez que, nessa Olímpiada de 2021, o assunto vulnerabilidade emocional tornou-se discurso de vários competidores, após a americana precisar sair da prova para cuidar do seu estado emocional. Logo, é crucial a criação de unidade de terapia e debates, a fim de cuidar dessas doenças do século.
Em segundo lugar, a falta de acompanhamento frequente de profissionais da área da saúde mental, com a intenção de melhorar a autoconfiança dos atletas também é uma problemática. De acordo com o site G1, a ansiedade está no ranking de liderança das doenças mais presente na população mundial. Nesse viés, nesse cenário olímpiaco, tornou-se à tona a escassez de cuidados da equipe técnica e dos preparadores sobre o amparo emocional dos atletas. Nesse contexto, consequentemente, a pressão exercida sobre esses competidores olímpicos, como único responsável por representar o país no pódio esportivo, tem ocasionado o aumento da depressão nesse espaço que deveria ser de acolhimento social. Portanto, é preciso que nas próximas Olímpiadas, tenha como prioridade dos centros esportivos a segurança emocional e do bem estar desses atletas.
Por fim, após os argumentos abordados, medidas são necessárias para solucionar esse impasse. Por isso, O Estado adjunto com as empresas apoiadoras e patrocinadoras do esporte, invista em acompanhamento psicoterapeuto, por meio da contratação de profissionais responsável pela saúde mental, a fim de