Prejuízos da ausência de discussão sobre saúde mental no âmbito esportivo

Enviada em 23/08/2021

Título: Sua saúde mental vele mais que uma medalha.

A saúde mental está entre os assuntos com maior visibilidade na atualidade, isso de deve pelo fato de que 700 milhões de pessoas sofrem com trantornos mentais, representando 13% do total de todas as doenças, segundo a OMS ( Organização Mundial da Saúde ). Em consequência disso, muitos atletas acabam sofrendo com as pressões que são despejadas em suas mentes todos os dias.

Nós vivemos na era do cancelamento, não só em redes sociais mas principalmente na realidade. Os atletas sofrem uma pressão muito forte, de treinadores e da própria família, mas não só isso, de todo um país que aguarda anos para ver sua pátria lutando por um título de vencedor. Mas a saúde mental tem que ser mais significativa do que uma medalha e o próprio atleta tem que ter a maturidade e a coragem de adimitir para milhões de pessoas que não está bem, como fez a atleta norte-americana Simone Biles ao desistir das Olimpíadas de Tóquio de 2020.

Muitas culturas foram criadas e são desenvolvidas todos os dias, e algumas coisas precisam ser comuns na vida de todos, como cuidar de transtornos e da saúde mental logo cedo, começando em crianças, como a nossa Rayssa Leal, competidora de 13 anos de idade na modalidade skate street, mais conhecida como Fadinha, que mesmo sendo muito nova tem que ter um acompanhamento psicológico para saber lidar com as pressões e hates que são comuns na vida de um atleta.

Por isso é muito importante termos a frase dita por Naomi Osaka, vencedora de quatro títulos de Grand Slam, muito bem gravada nas mentes dos atletas e de todos, “Tudo bem não estar bem” e assim buscar ajuda para lidar com os pensamentos, emoções e sentimentos.