Prejuízos da ausência de discussão sobre saúde mental no âmbito esportivo

Enviada em 23/08/2021

A saúde mental no esporte

“O maior erro que um homem pode cometer é sacrificar a sua saúde a qualquer outra vantagem”, já dizia o filósofo alemão Arthur Schopenhauer. Embora o atleta seja treinado para vencer, é preciso um ajuste para lidar com as emoções positivas e negativas. Sendo assim, é importante discutir sobre a saúde mental dos esportivas para alcançar um equilíbrio emocional. Conforme defendem especialistas, os atletas devem ser acompanhados por psicólogos. Por exemplo, são vários os fatores que podem desestabilizá-los, como a morte de um parente, uma lesão ou mesmo a pressão psicológica para não errar. Além disso, o acompanhamento de um profissional ajuda a lidar com todas essas questões, e a manter o bom rendimento do atleta. Segundo um Estudo da Federação Internacional de Atletas (Fifpro), “cerca de 23% dos jogadores em atividade têm transtornos do sonho, 9% sofrem de depressão e 7% apresentam sintomas de ansiedade”. Por isso, a saúde mental deve ser monitorada, assim como a saúde física. Estando bem preparados mentalmente, desempenham melhor suas funções. Assim, faz-se necessário entidades governamentais investir em práticas de incentivo à saúde mental para ajudar os atletas no enfrentamento dos desafios, especialmente os mais atingidos pela carga de estresse, minimizando os impactos negativos. E ainda, realizar um trabalho psicológico e focar no autoconhecimento. Resultando em esportistas aplicados em seus objetivos, e desenvolvendo uma ótima performance esportiva.