Prejuízos da ausência de discussão sobre saúde mental no âmbito esportivo

Enviada em 30/08/2021

Um dos assuntos mais comentados no Brasil e no mundo nos últimos meses são as Olimpíadas de Tokyo no Japão. O objeto de discussão foi a desistência da atleta profissional Simone Biles representante dos Estados Unidos, especialista na ginástica artística. Em entrevista ela afirmou que não estava bem psicologicamente, e negava estar se divertindo em meio aos jogos olímpicos.A competidora desistiu para não afetar o desempenho de suas companheiras, e porque precisava cuidar e colocar como prioridade a sua sanidade mental. Tal situação ocorre primordialmente pela pressão que treinadores e técnicos aplicam em cima de ginastas que acabam não aguentando, desta forma prejudicando e falhando em suas apresentações.

O psicólogo e pós-doutor em ciências do esporte, Dr. João Ricardo Cozac explicou que: “O treinamento psicológico é a base da pirâmide do treinamento esportivo. Um lado desse triângulo é a preparação física, o outro é a preparação tática e técnica e a base é a preparação psicológica”.

Acerca dessa discurssão é muito comum ver atletas sem o apoio necessário ou até mesmo com treinadores despreparados e com métodos ultrapassados, por meio de xingamentos, e em casos mais delicados o uso da violência, para que os jogadores assim consigam aprender o que é passado por eles. Com isso em competissões, o medo de perder ou de achar que o seu adversário é melhor, leva a queda de rendimento, e frustação desses competidores.

Desse modo torna-se necessário o acompanhamento do estado ou de empresas responsáveis por esses competidores oferendo auxílio de psicologos que ajudem no desenvolvimento e crescimento dos atletas buscando modos de exercícios didáticos, ou até mesmo dividindo etapas de treinamentos para que não haja dores estremas no corpo dos alunos, tonando essas atividades mais satisfatórias, assim tirando a pressão empregadas a eles, com a finalidade de melhorar seu desempenho em disputas competitivas.