Prejuízos da ausência de discussão sobre saúde mental no âmbito esportivo
Enviada em 26/08/2021
Saúde mental?
2021, expectativas em todos os sentidos, mas de repente um entretenimento, Olimpíadas. Vamos poder aliviar os pensamento, deixar a ansiedade com esportes. Ver muitos esportistas atingirem seus limites, superação. O que não sabiamos é que estas Olimpíadas ficariam na história por outro motivo.
“Segundo um estudo da Federação Internacional de Atletas (Fifpro), cerca de 23% dos jogadores em atividade tem transtorno do sono, 9% relataram que sofrem de depressão e outros 7% apresentam sintomas de ansiedade.” Estes relatos reforçam os acontecimentos deste ano, atletas chorando, desistindo de títulos, abandonando eventos, deixando de viajar.
Claro que, as redes sociais contribuíram para descobrirmos muito mais sobre os conflitos, desabafos, expectativas e conflitos que nossos esportistas se envolveram. Contudo o que realmente chamou a atenção de todos, foi o caso de Simone Biles, que teve a coragem de admitir que precisava de ajuda.
Smone Biles, atleta bem definido, jovem, representante da nação de referência no mundo, por que necessária de ajuda? Existem problemas que são internos, feridas, que não ha uma pomada que possa ser comprada em farmácia. Muitos atletas tem sobre sí pressão de tirar a sua família da pobreza e depois que atingir o objetivo, pode e perder o que conquistaram, embora nem saiba como, não consegue encontrar sua identidade, separar o indivíduo do esportista, perdem a referência como pessoa .
A exposição de Biles abriu uma reflexão sobre todos esses fatores, dividiu opiniões, como também induziu à uma avaliação de nosso comportamento e saúde mental. É neste momento decisivo que devemos ter a mesma coragem de Simone Biles de procurarmos especialistas como psicólogos, psiquiatras e terapeutas, que possam nos guiar no caminho rumo a uma saúde mental adequada.