Prejuízos da ausência de discussão sobre saúde mental no âmbito esportivo

Enviada em 11/09/2021

Freud, um neurologista nascido em 1856, estudava a mente humana e seus comportamentos, e com sua teoria psicanalista buscava descrever as causas dos trantornos mentais. Na contemporaneidade, certos transtornos mentais assolam esportistas de todo o Brasil, independentemente de sua modalidade, revelando, assim, a precária importância dada aos distúrbios mentais pelos atletas, por falta de discussão sobre o assunto e por estigmas atrelados à pessoas doentes.

Primeiramente, vale ressaltar que a precariedade de uma discussão sobre a saúde mental dos atletas acarreta no isolamento do problema, deixando-o em segundo plano. Atleta como o nadador César Cielo, medalhista de ouro em Pequim, relatou em uma entrevista ao programa de TV ‘‘Fantástico’’ que estaria ‘‘insatisfeito com seus treinamentos’’, ingnorando o tratamento de sua insegurança e do seu medo de competir, pôs seu mau resultado nos treinos como principal problema.

Em segundo plano, os estigmas atrelados às pessoas com distúrbios mentais prejudicam na busca por tratamento pelos atletas, pois essas são julgadas por adjetivos negativos por estarem doentes, criando assim um paradigma na mente das pessoas que ainda não buscaram uma ajuda medica. Freud também explica sobre a motivação humana, que aborda-se à apenas as consederadas como mais importantes, revelando assim, a prioridade dos atletas em melhorar seu treinamento, descartando a melhora de sua saúde mental.

Conclui-se que, a saúde mental é deixada em segundo plano pelos atletas em questão ao seu mau rendimento. Cabe ao Governo Federal, juntamente ao Ministério da saúde e da educação, inciar o tratamento gratuito com psicólogos do governo e palestras sobre a importância da saúde mental na vida atlética com professores do governo, a fim de incentiva-los a iniciar o tratamento psicológico, para que haja uma melhora em seus resultados.