Prejuízos da ausência de discussão sobre saúde mental no âmbito esportivo
Enviada em 22/09/2021
A saúde mental é fundamental para a rotina de qualquer pessoa. Caso essa esteja comprometida, outras competências serão afetas. O prejuízo dessa discussão afeta toda a sociedade inclusive atletas. Comumente são vistos como, pessoas com super habilidades, devido a seus altos desempenhos físicos e esportivos. Assim, são negligenciados a esses atenção quanto a saúde mental. Nesse sentido, há de se desconstruir a visão de super humanos e valorizar mais o atleta e sua caminhada esportiva ao invés de somente seus resultados.
A princípio, os atletas possuem características físicas que pessoas com rotinas normais não são capazes de atingir. Porém, essas habilidades não se estendem a saúde mental. Nesse viés, temos o caso da atleta Simone Billes que desistiu das Olimpiadas de Tóquio para cuidar de sua saúde mental. Suas fortes rotinas de treinamento, trazem resultados excelentes na sua modalidade esportiva, porém a forte pressão de patrocinadores, comunidade, colegas e família não são tratados com as rotinas de treinamento físico.
Além disso, o esporte no último século ganhou uma caracteristica profundamente comercial, levando o público a ver somente o resultado do atleta e não sua rotina de superação ou mesmo ver o esporte como uma diversão. Contratos milionários são assinados com atletas como o caso de Neymar, com seu clube PSG, onde esse irá pagar 30 milhões de euro anuais para o atleta.
Portanto, os prejuízos da ausência de discussão de saúde mental no mundo do esporte deverão ser combatidos com uma forte regulamentação do poder público, através do ministério do esporte. Com uma legislação que proteja o atleta como um trabalhador do esporte e esse fique imune aos diversos assédios da mídia e patrocinadores. Os atletas deverão ser remunerados não por seus desempenhos. As empresas, em todo o território nacional, deverão pagar um compulsório de incentivo ao esporte, e que seja distribuído aos atletas de diferentes modalidades.