Prejuízos da ausência de discussão sobre saúde mental no âmbito esportivo
Enviada em 27/06/2022
Em 2019, o Clube de Regatas do Flamengo conquistou diversos prêmios. No entanto, resultados excelentes muitas vezes negligenciam a proteção da saúde mental, principalmente em atividades de alto rendimento. Nesse sentido, convém analisar a falta de informações suficientes e a intensificação da pressão exercida sobre o atleta. Assim como no caso do jogador Michael, para um psicólogo da equipe que se sente desmotivado, acompanhado por um profissional, a notícia de um jogador que sofre de depressão pode ser tratada com o apoio da equipe. No entanto, essa não é a realidade de muitas equipes brasileiras.
Diante disso, o estresse e a frustração de perder fazem com que os atletas se sintam impotentes e inadequados para alcançar seus objetivos, levando a um luto absurdo. Dessa forma, o atleta se fecha por medo de julgamento e falta de ajuda diante dos obstáculos. Pode levar a problemas físicos, como demorar mais para se recuperar de lesões ou fadiga, insônia e úlceras.
Embora alguns atletas possam se tornar muito bem-sucedidos, eles podem sofrer de problemas mentais devido ao estresse e estresse associados à vitória nos jogos. Os atletas precisam estar cientes do que podem realizar com treinamento e prática. Eles precisam de atenção adequada à nutrição, descanso, exercício e recuperação antes de retornar aos esportes. Eles devem evitar isolar ou exacerbar demandas, e os torcedores devem ser instruídos de que as pessoas em campo são pessoas falíveis e que a aceitação ajuda na recuperação e no desenvolvimento.
Como resultado, manter a saúde mental do atleta está sob pressão para faltar informações e vencer. Portanto, é responsabilidade do Ministério da Saúde prevenir o adoecimento mental na população, trabalhando com profissionais da região e centros esportivos para promover apoio psicológico e palestras sobre jogos saudáveis.